EBAC Business — Transformação Organizacional com IA

Sua empresa já tem IA. O desafio é fazer o ganho sair da pessoa e chegar à organização.

O AI Living Lab transforma uso individual de IA em capacidade organizacional mensurável.

Não é uma nova plataforma para contratar. A plataforma é apenas a infraestrutura usada pela EBAC para diagnosticar, coletar oportunidades, priorizar, orientar implementações e medir resultados. O produto é a transformação do trabalho.

Formação e mentoria com especialistasDiagnóstico e índice de maturidadeImplementação e mensuração acompanhadas

O mecanismo

01Uso individual
02Ativo do time
03Processo redesenhado
04Capacidade organizacional

Você não está comprando mais um software.

A empresa não precisa administrar um novo LMS, criar uma equipe para operar a solução nem descobrir sozinha o que fazer com os dados. A EBAC usa a infraestrutura para executar o método e devolver decisões, projetos implementáveis e evidências de impacto.

A lacuna

Produtividade individual não é produtividade organizacional.

Dar acesso a ChatGPT, Claude, Copilot ou agentes pode melhorar tarefas pessoais. O valor empresarial aparece quando esses ganhos viram práticas reutilizáveis, processos redesenhados, decisões coordenadas entre áreas e resultados que a liderança consegue medir.

Prompt pessoal

Uma pessoa responde fornecedores mais rápido. Bom ganho individual; quase nenhum ativo organizacional se o método não for documentado, compartilhado e incorporado ao processo.

Automação isolada

Um colaborador automatiza sua etapa, mas aprovações, dados e entregas de outras áreas permanecem iguais. A tarefa melhora; o fluxo completo não.

Mais ferramentas, mesmo processo

Cada time compra licenças ou constrói soluções parecidas. A empresa acumula custo e complexidade sem consolidar conhecimento, governança ou escala.

Quem participa

O que o Living Lab muda para cada parte da organização?

Clique no seu papel e entenda o que está travado, o que o Living Lab faz por você e o que pode existir ao final.

Executive Sponsor — CEO / COO / Direção

Saber onde IA realmente gera valor e decidir onde investir.

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Problemas

  • Investimentos dispersos
  • Pilots sem decisão
  • Ganhos individuais sem consequência sistêmica
  • Pouca comparabilidade entre iniciativas

O Living Lab ajuda a

  • Visão de oportunidades
  • Priorização por impacto, esforço, risco e reuso
  • Conexão com objetivos de negócio
  • Evidências comparáveis para decidir parar/iterar/implementar/escalar

Outputs possíveis

  • Opportunity portfolio
  • Executive decision pack
  • Critérios de valor/risco
  • Roadmap

CHRO / People / L&D

Sair de 'treinar IA' para desenvolver capacidade conectada ao trabalho.

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Problemas

  • Maturidade desigual
  • Conhecimento concentrado em poucos
  • Produtividade que não se espalha
  • Formação desconectada do processo

O Living Lab ajuda a

  • Mapa de capacidades
  • Identificação de champions
  • Aprendizagem conectada a problemas reais
  • Mecanismos de transferência

Outputs possíveis

  • Capability map
  • Intervenções de aprendizagem
  • Modelo de multiplicadores
  • Playbooks reutilizáveis

Business / Operations Leader

Transformar ganhos locais em fluxos realmente melhores.

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Problemas

  • Tarefas melhoram, fluxo continua igual
  • Handoffs e aprovações permanecem
  • Automações isoladas
  • Pouca medição antes/depois

O Living Lab ajuda a

  • Mapeamento do workflow real
  • Identificação de gargalos
  • Redesenho de processo humano + IA
  • Baseline e métricas

Outputs possíveis

  • Workflow atual/futuro
  • Pilot
  • Automação
  • Evidence pack

Innovation / Transformation / AI Office

De POCs soltas para um portfólio governado.

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Problemas

  • Backlog de ideias
  • Tool sprawl
  • POCs sem escala
  • Iniciativas duplicadas

O Living Lab ajuda a

  • Intake e refinamento de problemas
  • Priorização
  • Gates de decisão
  • Transformar soluções locais em ativos reutilizáveis

Outputs possíveis

  • Opportunity pipeline
  • Modelo de priorização
  • Pilot portfolio
  • Padrões reutilizáveis

CIO / CTO / Data / Security

Envolver tecnologia, dados e segurança desde o início.

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Problemas

  • Demanda chega como 'queremos usar IA'
  • Integrações e dados tardios
  • Shadow AI
  • Segurança tratada como bloqueio final

O Living Lab ajuda a

  • Boundaries definidos cedo
  • Avaliação de integração
  • Planejamento de dados e permissões
  • Controles proporcionais

Outputs possíveis

  • Requisitos de arquitetura
  • Requisitos de dados/acesso
  • Security guardrails
  • Critérios build/buy

Process Owner / AI Champion / High Performer

Fazer a boa prática deixar de depender de uma pessoa.

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Problemas

  • Ganho individual que depende do criador
  • Sem autonomia para redesenhar trabalho
  • Solução não documentada
  • Liderança sem evidência para escalar

O Living Lab ajuda a

  • Documentar a prática
  • Medir baseline
  • Transformar solução em ativo do time
  • Atuar como champion sem virar instrutor genérico

Outputs possíveis

  • Workflow reutilizável
  • Kit de prompts/agentes/automações
  • Documentação
  • Evidência de impacto
Diagnóstico multidimensional

O diagnóstico escuta o sistema, não apenas o sponsor

Nenhuma recomendação de formação, automação ou ferramenta nasce de uma única perspectiva quando o workflow envolve múltiplos interessados.

Quem contrata/patrocina — objetivos, urgência, investimento e restrições

Liderança / process owner — processo, métricas, decisões e dependências

Quem executa o trabalho — fricções, ferramentas, workarounds e conhecimento tácito

Tecnologia / dados / segurança — integração, acesso, risco e operabilidade

Usuário / cliente interno ou externo — qualidade percebida e impacto do processo

Por onde começa

Cinco motivos comuns para procurar o Living Lab

A segmentação é por motivo de compra, não por indústria.

Temos acesso a IA, mas uso inconsistente

Sintoma: Cada área usa de um jeito, sem padrão nem reuso.

Objetivo: Criar linguagem comum e um baseline de uso.

Temos bolsões de produtividade, mas não reuso

Sintoma: Bons ganhos individuais que não se espalham.

Objetivo: Transformar práticas em ativos reutilizáveis.

Temos muitos pilots, pouca escala

Sintoma: POCs acumuladas sem decisão.

Objetivo: Priorizar e criar critérios de parar/iterar/escalar.

Temos tool sprawl e risco crescente

Sintoma: Ferramentas e licenças duplicadas, governança fraca.

Objetivo: Consolidar e estabelecer controles proporcionais.

Estamos prontos para redesenhar workflows

Sintoma: Já há vontade de mudar processos, não só tarefas.

Objetivo: Redesenhar fluxos humanos + IA com medição.

Transferência

O ganho só vira capacidade quando deixa de depender de uma pessoa

A progressão que o Living Lab persegue para cada boa prática identificada.

  1. 1Melhor prática individual
  2. 2Documentação
  3. 3Validação
  4. 4Ativo reutilizável
  5. 5Autonomia para redesenhar o processo
  6. 6Adoção por pares
  7. 7Ownership
  8. 8Indicador
  9. 9Evolução contínua
O mecanismo

O Living Lab move a empresa por quatro níveis de valor.

Não medimos maturidade apenas por acesso ou frequência de uso. Medimos até onde o ganho consegue viajar pela organização.

01

1. Uso individual

Prompts, análises e automações que melhoram a tarefa de uma pessoa.

02

2. Ativo do time

Templates, kits de prompts, padrões e soluções documentadas que outras pessoas conseguem reutilizar.

03

3. Processo redesenhado

Fluxos conectados a regras, dados, responsáveis, controles e dependências reais da área.

04

4. Capacidade organizacional

Soluções que atravessam áreas, possuem governança, indicadores e podem ser escaladas sem depender do criador original.

Como entregamos

A EBAC conduz a operação. Sua empresa entra com contexto e decisões.

O Living Lab não termina no diagnóstico nem na capacitação. Nós organizamos o ciclo que transforma problemas reais em soluções implementáveis e depois em evidência de resultado.

01

Diagnosticar

Mapeamos maturidade, uso atual de IA, gargalos, riscos, ferramentas e oportunidades por área.

02

Coletar e refinar

Capturamos ideias das equipes e entrevistamos casos promissores para transformar sugestões vagas em problemas bem definidos.

03

Priorizar

Classificamos por impacto, esforço, risco, dependências, potencial de reuso e valor organizacional.

04

Preparar e desenvolver

Formamos as pessoas no que realmente precisam aprender e desenhamos o plano de implementação de cada caso aprovado.

05

Implementar com mentoria

Mentores e especialistas acompanham grupos, áreas ou indivíduos na construção de automações, agentes, fluxos, prompts ou novos modos de trabalho.

06

Medir, escalar e redesenhar

Documentamos o que funcionou, medimos impacto, transformamos soluções em ativos reutilizáveis e definimos onde reinvestir a capacidade liberada.

Esforço do cliente

O que sua empresa precisa fazer? Menos do que parece.

O cliente não precisa criar uma operação paralela. Precisamos de participação suficiente para entender o trabalho real e tomar decisões de negócio.

Definir pontos focais e dar acesso ao contexto necessário.
Disponibilizar pessoas-chave para diagnóstico e entrevistas curtas.
Validar prioridades, riscos e decisões de implementação.
Valor comprovável

O sucesso não é login, curso concluído ou número de prompts.

A mensuração olha para o que mudou no trabalho e para o que a empresa conseguiu transformar em capacidade reutilizável.

Horas recuperadas
Custo evitado ou ferramentas consolidadas
Adoção e reuso das soluções
Qualidade, velocidade e redução de retrabalho
Casos implementados e escalados
Dependências e etapas eliminadas do processo

E quando a IA passa a fazer parte do trabalho?

Horas liberadas não são o fim do projeto. O Living Lab ajuda a organização a decidir como usar essa nova capacidade: elevar qualidade, ampliar atendimento, assumir novas responsabilidades, inovar ou desenvolver pessoas para atividades de maior valor.

Por que essa tese agora

A evidência está migrando de adoção para redesenho do trabalho.

Pesquisas recentes mostram ganhos individuais claros com IA, mas indicam que valor empresarial depende de mudanças em workflows, coordenação, modelo operacional, gestão e cultura. É justamente essa passagem que o Living Lab foi desenhado para operar.

Quanto da IA que sua empresa já usa virou capacidade organizacional?

Comece pelo diagnóstico. Identificamos onde os ganhos estão presos ao indivíduo, quais oportunidades podem escalar e o que precisa mudar para transformá-las em resultado organizacional mensurável.

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