Método HIC EBACSpec coding · Agents · CI/CD

Traga um problema real do seu ciclo de desenvolvimento. Saia com uma entrega melhor.

Para engenheiros, arquitetos, tech leads e líderes de engenharia que querem transformar o uso individual de coding agents em um sistema de entrega mais estruturado, verificável e reutilizável — do contexto e especificação ao código, testes, release e operação.

Você trabalha um problema técnico real ao longo das 12 semanas e sai com uma entrega demonstrável, evidências de qualidade e um plano de adoção — não com exercícios desconectados.

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12 semanas · 2 trilhas · projeto aplicado em codebase existente · prática técnica com supervisão

12
Semanas de projeto aplicado
2
Trilhas: Builder + Technical Leadership
1
Problema real como projeto integrador
7
Movimentos do HIC Delivery System
Como participar

A mesma formação pode aumentar sua capacidade técnica ou a capacidade de entrega do seu time

Você pode participar sozinho e aplicar o projeto no trabalho atual, ou trazer o time para transformar produtividade individual em capacidade compartilhada de engenharia.

Quero participar individualmente

Para profissionais técnicos que querem sair do uso experimental de IA e construir um modo mais maduro de trabalhar com contexto, especificação, agentes, testes e operação.

  • Aplicar IA a um problema real de engenharia
  • Desenvolver uma prática reproduzível, não apenas prompts
  • Produzir um projeto demonstrável
  • Aumentar leverage sem terceirizar julgamento técnico
  • Evoluir conforme o trabalho de engenharia muda
Quero participar da próxima turma

Quero levar para meu time de engenharia

Para organizações em que desenvolvedores já usam IA, mas a produtividade permanece individual, inconsistente ou difícil de medir.

  • Linguagem e padrões comuns
  • Quality gates compartilhados
  • Pilots em problemas reais
  • Critérios de uso e escolha de ferramentas
  • Integração entre builders e liderança
  • Comparação entre baseline e novo workflow
Quero conversar sobre meu time
Por papel

O que muda para o seu papel

O programa responde a problemas diferentes conforme o papel. Explore o que cada perfil aprende e constrói — o problema técnico real continua sendo o eixo comum.

Software Engineer

Sair de produtividade pontual para um workflow de entrega reproduzível.

Ver problemas, aprendizado e entregável

Problemas

  • Coding assistant gera código mas contexto é fraco
  • Review e testes continuam custosos
  • Dificuldade de saber o que delegar
  • Produtividade é pontual

Você aprende

  • Context engineering
  • Specs
  • Agent workflows
  • Test strategy e safe execution

Você constrói

  • Workflow reproduzível
  • Mudança funcional
  • Testes
  • Evidências de aceite

Staff / Principal Engineer / Architect

Garantir que agentes respeitem arquitetura e decisões anteriores.

Ver problemas, aprendizado e entregável

Problemas

  • Agents ignoram arquitetura e decisões anteriores
  • Context fragmentation
  • Mudanças locais quebram invariantes sistêmicos
  • Trade-offs ficam implícitos

Você aprende

  • Decomposition
  • ADRs e context architecture
  • Contracts e guardrails
  • Verification strategy

Você constrói

  • Architecture package
  • Specs e patterns
  • Agent workflow
  • Review criteria

AI / Data Engineer

Tornar integrações de modelos robustas, avaliadas e observáveis.

Ver problemas, aprendizado e entregável

Problemas

  • Integrações de modelos ficam frágeis
  • RAG/tool use sem evals
  • Custo e latência mal medidos
  • Fallback e observability insuficientes

Você aprende

  • Tool integration e evals
  • Fallback
  • Latency/cost trade-offs
  • Monitoring e boundaries

Você constrói

  • Integração
  • AI-assisted workflow
  • Eval suite
  • Observable prototype

Platform / DevOps / SRE

Definir execution boundaries e padronizar CI/CD e observabilidade.

Ver problemas, aprendizado e entregável

Problemas

  • Cada squad escolhe seu stack
  • Agentes executam com permissões excessivas
  • CI/CD e environments viram gargalos
  • Segurança e observabilidade chegam tarde

Você aprende

  • Execution boundaries
  • CI/CD integration e sandboxing
  • Policy e rollback
  • Observability

Você constrói

  • Pipeline
  • Guardrails
  • Internal tooling
  • Execution environment

Tech Lead / Engineering Manager

Transformar adoção individual em prática consistente do time.

Ver problemas, aprendizado e entregável

Problemas

  • Workflows diferentes por dev
  • Review vira gargalo
  • Qualidade difícil de comparar
  • Adoção não vira prática do time

Você aprende

  • Delegation criteria
  • Review model e quality gates
  • Metrics e operating model
  • Team adoption

Você constrói

  • Team workflow
  • Quality gates
  • Review protocol
  • Operating model

CTO / VP Engineering / Head of Engineering

Decidir onde IA melhora os economics de engenharia sem transferir custo.

Ver problemas, aprendizado e entregável

Problemas

  • Tool sprawl e custo
  • Risco e pouca clareza sobre onde escalar
  • Produtividade local sem impacto sistêmico
  • Dificuldade de build/buy

Você aprende

  • Opportunity portfolio
  • Economics e build/buy
  • Risk e rollout
  • Measurement

Você constrói

  • Business case
  • Adoption strategy
  • Portfolio
  • Roadmap
Traga seu problema

Que problema do seu ciclo de desenvolvimento você quer resolver?

Você não precisa chegar querendo aprender uma ferramenta específica. Traga o gargalo real: contexto, review, brownfield, testes, CI, agentes, custo ou adoção.

Contexto e especificação

  • requisitos incompletos
  • codebase complexo
  • documentação fragmentada
  • acceptance criteria
  • task decomposition

Coding e automação

  • tarefas repetitivas
  • code generation
  • refactoring
  • review
  • agent workflows

Brownfield e modernização

  • legado
  • reverse engineering
  • dependency mapping
  • safe refactoring
  • documentation recovery

Qualidade e segurança

  • tests
  • evals
  • code review
  • dependency risk
  • secrets
  • security scanning

Delivery e operação

  • CI/CD
  • environments
  • release
  • rollback
  • observability
  • reliability

Liderança e adoção

  • tool sprawl
  • metrics
  • cost
  • governance
  • build/buy
  • operating model

Seu problema não está na lista? Traga assim mesmo.

O desafio

Gerar código mais rápido não significa entregar software melhor

Coding assistants diminuíram o custo de produzir código. O novo gargalo está em fornecer contexto, especificar corretamente, revisar, testar, integrar e operar mudanças sem aumentar retrabalho e risco.

Código sem contexto

Um agente pode escrever centenas de linhas rapidamente e ainda não entender arquitetura, decisões anteriores ou restrições do sistema.

Velocidade sem verificação

Se geração acelera mais do que review e testes, o gargalo apenas muda de lugar.

Produtividade individual sem sistema

Cada engenheiro criar seu próprio workflow pode aumentar velocidade local sem melhorar a capacidade de entrega da equipe.

HIC: duas ideias, um método

A ideia parte do High Individual Contributor: profissionais que usam IA para ampliar sua capacidade de analisar, decidir, construir e entregar. Na EBAC, acreditamos que isso só funciona de verdade com um Human in Control: pessoas mantendo julgamento, evidência e responsabilidade sobre o que a IA faz.

High Individual Contributor

Mais capacidade para analisar, decidir, construir e entregar com IA.

Human in Control

Pessoas mantêm julgamento, validação, evidência e responsabilidade.

Projeto integrador real

Aplique o método a um problema, produto, serviço ou oportunidade relevante, com mentoria.

Mais capacidade com IA. Pessoas continuam no controle.

Método HIC EBAC

Do problema à capacidade aplicável

Todos os programas síncronos HIC partem de um problema real. A temática muda; o núcleo do método permanece o mesmo: aprender somente o necessário para construir, verificar e preparar aplicação e transferência com julgamento humano.

1

Enquadrar

Definir problema, pessoas, baseline, restrições, valor esperado e critérios de sucesso antes de escolher tecnologia.

2

Aprender o necessário

A profundidade técnica e metodológica é consequência do desafio e do papel do participante — não uma lista fixa de ferramentas.

3

Construir

Transformar aprendizagem em solução, workflow, análise, protótipo, artefato ou decisão aplicável ao contexto.

4

Verificar e controlar

Testar qualidade, evidências, riscos e limites, mantendo revisão, responsabilidade e Human in Control.

5

Implementar e transferir capacidade

Documentar, definir ownership e próximos passos para que o aprendizado possa ser reutilizado e evoluído além de uma pessoa.

Implementar não significa automaticamente colocar em produção: cada contexto mantém seus gates de segurança, aprovação, integração e decisão.

Trilhas

Builder × Technical Leadership

Duas trilhas para o mesmo problema: quem constrói e quem define critérios, qualidade e rollout. Em turma corporativa, ambas podem trabalhar o mesmo desafio.

Builder Track

Para quem constrói ou modifica sistemas — contexto, spec, arquitetura, agente, código, testes, segurança, pipeline e observabilidade.

Para quem

  • Engenheiros
  • Arquitetos
  • AI/Data Engineers

Capacidades

  • Context engineering
  • Specs e decomposição
  • Agent workflows
  • Tests, evals e segurança

O que constrói

  • Artefato técnico funcional e verificável
  • Mudança funcional com testes
  • Evidências de aceite

Technical Leadership Track

Para quem responde por arquitetura, pessoas, qualidade, risco, custo ou capacidade de entrega — problema, critérios, decomposição, delegação, review, gates, economics, operating model e rollout.

Para quem

  • Tech Leads
  • Engineering Managers
  • CTOs / VPs

Capacidades

  • Delegation criteria
  • Quality gates
  • Economics e operating model
  • Rollout e adoption

O que constrói

  • Sistema de decisão e entrega
  • Quality gates e review protocol
  • Roadmap 30-60-90

As trilhas não são dois cursos isolados: em turma corporativa, Builder constrói e verifica o piloto enquanto o Technical Leader define critérios, operating model, economics e rollout do mesmo problema.

Contexto de engenharia

Onde seu time está tentando aplicar IA?

O valor do programa também muda conforme o tipo de organização de engenharia. Explore o que cada contexto enfrenta, desenvolve e pode construir.

Produto / SaaS

AI-assisted SDLC reproduzível entre feature delivery e qualidade.

Ver contexto e aplicação

O que costuma estar travado

  • Feature delivery
  • Review
  • Dívida
  • Velocidade × qualidade

O que o programa desenvolve

  • AI-assisted SDLC reproduzível
  • Qualidade consistente

O que pode ser construído

  • Workflow
  • Pilot
  • Quality gates

Enterprise / TI corporativa

Modernização e automação de legado com guardrails.

Ver contexto e aplicação

O que costuma estar travado

  • Legado
  • Integrações
  • Approvals
  • Segurança
  • Ambientes complexos

O que o programa desenvolve

  • Modernização com guardrails
  • Automação segura

O que pode ser construído

  • Brownfield pilot
  • Architecture package
  • Operating model

Software house / consultoria

Padrões reutilizáveis e entrega consistente entre projetos.

Ver contexto e aplicação

O que costuma estar travado

  • Context switching
  • Prazo
  • Margem
  • Qualidade desigual

O que o programa desenvolve

  • Padrões reutilizáveis
  • Entrega consistente

O que pode ser construído

  • Delivery playbook
  • Agent workflow
  • Reusable specs

Startup / scale-up

Estrutura suficiente sem destruir velocidade.

Ver contexto e aplicação

O que costuma estar travado

  • Muita velocidade
  • Pouco processo
  • Tool sprawl
  • Risco de dívida

O que o programa desenvolve

  • Estrutura suficiente
  • Velocidade preservada

O que pode ser construído

  • Lightweight gates
  • Workflow
  • Rollout criteria

Platform / Developer Experience

Ferramentas internas, standards e guardrails entre squads.

Ver contexto e aplicação

O que costuma estar travado

  • Múltiplos stacks
  • Duplicação
  • Segurança
  • Inconsistência entre squads

O que o programa desenvolve

  • Ferramentas internas
  • Standards e guardrails

O que pode ser construído

  • Platform pattern
  • Execution environment
  • Adoption guide
Aplicação

HIC Delivery System — camada técnica de software delivery

O Shared HIC Method Core é o método comum a todos os programas. Em engenharia, ele se materializa em um fluxo de entrega específico — do problema à capacidade institucionalizada.

1

1. Frame

Qual problema realmente vale resolver?

2

2. Specify

O que precisa acontecer e como saberemos que está certo?

3

3. Architect

O que muda no sistema e quais trade-offs existem?

4

4. Orchestrate

O que deve ser feito por pessoa, agente ou ferramenta?

5

5. Verify

Que evidência prova que a mudança é aceitável?

6

6. Operate

Como observar, reverter e manter?

7

7. Institutionalize

Como a prática deixa de depender de uma pessoa?

Princípios Fundamentais

  • Artefatos antes de ferramentas
  • O agente não substitui o processo
  • Projeto em codebase existente ou brownfield representativo
  • Formação baseada em gates
  • Dois percursos, uma entrega compartilhada
Estrutura Curricular

Estrutura Curricular

12 semanas com entregáveis práticos aplicados ao contexto da vertical.

1

Semana 1

Problema de delivery + baseline

Praticar
Entregável: Problem Brief + baseline

Identificar um problema real do ciclo de desenvolvimento e medir como ele funciona hoje (baseline).

Tópicos

  • •Problem framing: contexto, stakeholders, trade-offs
  • •Baseline: tempo, retrabalho e riscos atuais
  • •Critérios de sucesso e não-goals

Laboratório

Brief do problema de delivery + medição do workflow atual

Critérios de validação

  • Problema real e delimitado
  • Baseline mensurável
  • Critérios de sucesso claros
2

Semana 2

Fundamentos de AI-assisted engineering

Praticar
Entregável: AI Work Harness

Construir uma forma disciplinada de trabalhar com IA no ciclo de desenvolvimento.

Tópicos

  • •AI-assisted engineering fundamentals
  • •Work harness aplicado ao projeto
  • •Guardrails e decision model (Technical Leader)

Laboratório

Work harness aplicado ao problema

Critérios de validação

  • Fluxo de trabalho reproduzível
  • Revisão humana explícita
  • Critérios de uso documentados
3

Semana 3

Context engineering

Construir
Entregável: Repo/context pack

Construir e manter contexto rico para LLMs: codebase, docs, dependências e decisões.

Tópicos

  • •Componentes de contexto (codebase, docs, tickets)
  • •Sourcing e gestão de ruído
  • •Strategy de contexto e acesso (Technical Leader)

Laboratório

Context pack do projeto

Critérios de validação

  • Contexto relevante e atualizado
  • Fontes verificáveis
  • Workflow de atualização
4

Semana 4

Specs e acceptance

Construir
Entregável: Feature spec + tests

Especificar resultado, acceptance criteria e testes antes de construir.

Tópicos

  • •Princípios de especificação clara
  • •Feature spec + acceptance criteria
  • •Tests derivados da spec

Laboratório

Specification sprint com revisão por pares

Critérios de validação

  • Spec cobre resultado e não-objetivos
  • Acceptance criteria testáveis
  • Casos de teste derivam da spec
5

Semana 5

Arquitetura e decomposição

Construir
Entregável: ADRs + tasks

Decompor o problema em arquitetura modular com ADRs e tarefas apropriadas para humanos/agentes.

Tópicos

  • •ADRs: formato e boas práticas
  • •Decomposição funcional vs técnica
  • •Trade-offs e delegation model (Technical Leader)

Laboratório

ADRs + backlog técnico

Critérios de validação

  • ADRs documentam decisões e trade-offs
  • Backlog granular e estimável
  • Contratos explícitos
6

Semana 6

Coding agents

Construir
Entregável: Functional change

Orquestrar agentes de coding com supervisão humana e critérios claros.

Tópicos

  • •Tipos de coding agents
  • •Orquestração de workflow de agentes
  • •Supervision/review workflow (Technical Leader)

Laboratório

Mudança funcional assistida por agentes

Critérios de validação

  • Mudança funcional verificável
  • Papéis e handoffs claros
  • Revisão humana nos pontos críticos
7

Semana 7

Brownfield

Construir
Entregável: Safe change

Aplicar IA em codebase existente ou ambiente brownfield representativo com segurança.

Tópicos

  • •Reverse engineering e comprehension
  • •Safe refactoring
  • •Risk/change criteria (Technical Leader)

Laboratório

Safe change em codebase existente

Critérios de validação

  • Arquitetura existente documentada
  • Refactors com testes passando
  • Dívida técnica listada e priorizada
8

Semana 8

Integrações e tool use

Construir
Entregável: Integração funcional

Integrar modelos e ferramentas conforme o problema exigir — MCP/RAG são adaptativos, não obrigatórios.

Tópicos

  • •API design e contratos
  • •Tool use (MCP quando o problema exigir)
  • •RAG (quando o problema exigir)

Laboratório

Integração funcional conforme o problema

Critérios de validação

  • Contrato de API claro e documentado
  • Error handling e fallbacks definidos
  • Adequada ao problema (não forçada)
9

Semana 9

Testes, evals e segurança

Construir
Entregável: Quality gates

Criar quality gates com testes, evals e checagens de segurança.

Tópicos

  • •Test generation e evals de qualidade
  • •Security scanning e dependency checks
  • •Assurance model (Technical Leader)

Laboratório

Quality gates com revisão humana

Critérios de validação

  • Gates cobrem tests, security, performance
  • Evals medem qualidade funcional
  • Revisão foca em risco e valor
10

Semana 10

CI/CD e observabilidade

Construir
Entregável: Pipeline + evidência de observabilidade/telemetria

Automatizar CI/CD com pipelines, release e observabilidade.

Tópicos

  • •CI/CD e environments
  • •Release e rollback criteria
  • •Observabilidade: logs, metrics, traces

Laboratório

Pipeline + telemetry

Critérios de validação

  • Pipeline idempotente
  • Smokes E2E para caminhos críticos
  • Dashboards com métricas e alertas
11

Semana 11

Economics + operating model

Construir
Entregável: Business case + team model

Medir custo/latência e definir o operating model da equipe.

Tópicos

  • •Custos de IA e trade-offs
  • •Business case e team model (Technical Leader)
  • •Governança técnica

Laboratório

Operating model do projeto

Critérios de validação

  • Custos estimados com contingências
  • Governança define responsabilidades
  • Operating model coerente com o time
12

Semana 12

Demo + adoção

Construir
Entregável: Verified pilot + roadmap 30-60-90

Consolidar o piloto verificado e o roadmap de adoção organizacional.

Tópicos

  • •Demo Day: estrutura e evidências
  • •Plano de adoção e rollout
  • •Roadmap 30-60-90

Laboratório

Preparação de demo e rollout

Critérios de validação

  • Piloto verificável com evidências
  • Roadmap com marcos e responsáveis
  • Plano de adoção claro
Transformação

Resultados Esperados

  • Capacidade de especificar em vez de 'vibe coding'
  • Construção com agentes orquestrados
  • Verificação com quality gates
  • Operação com observabilidade
  • Governança de rollout organizacional
Aplicação

Casos de Uso

  • Spec coding e PRD assistido
  • Arquitetura e decomposição
  • Coding agents e orquestração
  • Brownfield e reverse engineering
  • Integrações e APIs (MCP/RAG quando o problema exigir)
  • Testes, evals e segurança
  • CI/CD, staging, observabilidade
  • Gestão técnica, custos, governança

Entregáveis

Individuais

  • •Problem Brief + baseline
  • •AI Work Harness
  • •Mudança funcional com spec e testes
  • •Quality gates
  • •Verified pilot + evidências

Squad/Equipe

  • •Project charter + specs
  • •ADRs + arquitetura
  • •Código funcional + testes
  • •Pipeline CI/CD + observabilidade
  • •Postmortem + roadmap 30-60-90

Instituição

  • •Mapa de oportunidades e riscos
  • •AI Delivery Playbook
  • •Padrões e templates reutilizáveis
  • •Operating model
  • •Roadmap de adoção

Stack e Ferramentas

Core (Obrigatório)

  • Repositório Git
  • Ambiente de desenvolvimento
  • Coding assistant/agent
  • Sistema de issues/specs
  • Test runner
  • CI
  • Ambiente seguro de execução

Facultativo

  • ○GitHub ou GitLab
  • ○Cursor, Claude Code, Cline, Constructor ou equivalente
  • ○Containers
  • ○Security scanners
  • ○Observability tooling
  • ○Model/API/local runtime conforme o projeto

Laboratórios

  • Repositórios template
  • Ambientes de desenvolvimento padronizados
  • Workflows de agentes orquestrados
  • Dashboards de observabilidade

Diferenciais vs Formações Genéricas

HIC

  • •Ensina sistema de entrega, não apenas ferramentas
  • •Trabalha contexto, specs e workflows, não apenas prompts
  • •Estrutura pilotos verificáveis com evidências, não apenas demonstrações
  • •Avalia artefatos e quality gates, não apenas presença
  • •Utiliza problemas reais, não exercícios isolados
  • •Termina em rollout e capacidade desenvolvida, não certificado
  • •Trata IA como infraestrutura organizacional

Genéricas

  • •Foco técnico genérico
  • •Julgamento profissional não tratado
  • •Sem evidências ou controles
  • •Laboratórios genéricos ou ausentes
  • •Dependem de licenças pagas
  • •Sem medição de impacto
Coordenação técnica

Alan Dantas — Managing Director, EBAC Business / Coordenação do programa

Coordenação do programa de desenvolvimento de software com IA da EBAC Business.

Alan Dantas em workshop EBAC sobre IA aplicada

Alan Dantas atua na interseção entre arquitetura de software, IA aplicada e governança de entrega — conduzindo programas executivos e laboratórios práticos da EBAC Business.

No programa, a ênfase está em artefatos executáveis (PRD, specs, ADRs), orquestração de agentes, quality gates e observabilidade — não em prompts isolados.

O programa termina em Demo Day com piloto verificável com evidências e roadmap 30-60-90, preparando squads para rollout organizacional.

Não promete substituição integral de equipes. Supervisão humana, segurança de segredos e supply chain são tratados explicitamente em cada módulo.

EBAC em campo

A EBAC está dentro das empresas

A EBAC forma profissionais para o mercado há anos: sabemos quais habilidades o mercado está exigindo agora — e onde muitos times ainda erram com IA.

Instrutor conduzindo workshop executivo de IA
Aplicação executiva

IA como tema de liderança e decisão, não só ferramenta técnica.

Time corporativo após sessão de formação
Time em campo

Workshops práticos com profissionais de empresas de referência.

Facilitador apresentando conceitos de governança de IA
Governança e cultura

Estruturar critérios, não só experimentar — da adoção ao controle.

Grupo de participantes após workshop de IA corporativa
Execução real

Turmas mistas de RH, líderes e especialistas aplicam na prática.

Interesse

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Turmas corporativas

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FAQ

Perguntas Frequentes

O que significa HIC e por que o nome tem dois significados?
HIC é um jogo de palavras que representa as duas ideias centrais do programa. O ponto de partida é High Individual Contributor: alguém capaz de usar IA para ampliar significativamente sua capacidade de analisar, criar, decidir e entregar. Na EBAC, essa capacidade precisa estar acompanhada de Human in Control: pessoas continuam responsáveis por definir objetivos, avaliar evidências, revisar resultados, estabelecer limites e tomar decisões. Por isso chamamos nossa abordagem de Método HIC: aumentar a capacidade humana com IA sem terceirizar julgamento e responsabilidade para a tecnologia.
Como funciona o projeto integrador personalizado? Preciso chegar com um projeto pronto?
Não. O projeto integrador é o eixo prático do programa: ao longo da formação, você aplica o conteúdo ao mesmo problema, produto, serviço ou oportunidade relevante para seu contexto. Se você já chega com um desafio, a mentoria ajuda a delimitar, testar e evoluir a solução. Se ainda não sabe o que desenvolver, as primeiras atividades e a mentoria ajudam a identificar uma oportunidade, escolher um escopo viável e transformá-la em projeto. O formato final varia conforme a vertical e o desafio, mas a meta é sair com algo aplicável, testado e documentado — não uma sequência de exercícios desconectados.
Preciso ter experiência prévia com IA para participar?
Não é obrigatório experiência prévia com IA. O programa começa com fundamentos e inclui laboratórios guiados. No entanto, é importante ter experiência na área da vertical (educação, finanças ou desenvolvimento) para contextualizar os casos de uso.
O programa inclui certificação?
Sim, ao completar o programa com aprovação (presença mínima 75%, nota mínima 75 e projeto/aplicação aprovada), você recebe um certificado HIC com menção ao programa (AI-Native Delivery).
Como são os laboratórios práticos?
Os laboratórios usam dados sintéticos ou sanitizados para proteger informações sensíveis, mas simulam cenários reais do contexto da vertical. Você terá acesso a templates, dashboards e ferramentas prontas para uso imediato.

Ainda tem dúvidas? Fale com nossa equipe.

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Importante

  • •Não é 'vibe coding' — inclui spec coding, arquitetura, testes, segurança, observabilidade e governança
  • •Trata riscos de código vulnerável, dependências, licenças, supply chain e exposição de segredo
  • •Diferencia produtividade individual de capacidade organizacional
  • •Inclui práticas para líderes técnicos, não apenas prompts para programadores
  • •Não promete substituição integral de equipes ou autonomia sem supervisão
  • •MCP/RAG são adaptativos conforme o problema, não obrigatórios

Que problema do seu ciclo de desenvolvimento você quer melhorar com IA?

Você não precisa chegar com a ferramenta escolhida. Traga o gargalo real. O programa ajuda a estruturar o problema, desenhar o workflow, construir um pilot verificável e decidir o que merece ser adotado pelo time.

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Desenvolvimento de Software com IA — Método HIC EBAC